Afetos e resistências: 20 anos de bahianidade do curso de psicologia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v9i4.3361

Palavras-chave:

Relato de Experiência. Docente. Coordenação de curso. Psicologia.

Resumo

Esse Relato de Experiência apresenta a narrativa de uma professora da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública que analisa e descreve seu percurso ao longo dos últimos 20 anos, no trabalho de formação de profissionais de saúde. Localiza a experiência engendrando a história do curso de psicologia à história da própria instituição. Discute uma lógica acadêmica-formativa de natureza política transgressora, que propõe a inclusão da subjetividade e da alteridade como exercício no processo de formação ancoradas numa construção discursiva, nomeada como bahianidade. Esta se sustenta no exercício de uma educação de natureza transformadora e mediada por afetos, esses considerados propulsores do fazer docente nos últimos 20 anos nesse contexto acadêmico.

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Biografia do Autor

  • Mônica Ramos Daltro, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (Salvador)

    Psicóloga. Mestra e Doutora em Medicina e Saúde Humana. Professora Titular do programa de pós grauduação em Psicologia e Intervenções em Saúde e Medicina e Saúde Humana da  Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. 

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Publicado

14.12.2020

Edição

Seção

Relatos de Experiência

Como Citar

Daltro, M. R. (2020). Afetos e resistências: 20 anos de bahianidade do curso de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade E Saúde, 9(4), 410-415. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v9i4.3361

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